Hoje é dia e Auror Potter, mas hoje ele ta de pause, apenas semana que vem, depois do feriado. Mas isso não significa que não vai ter post.
Confira agora o Prólogo do que estou preparando para vocês (principalmente para as meninas):
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A
garota abriu os olhos devagar. Estava em um sonho maravilhoso. No sonho, ela
usava o vestido mais lindo já desenhado. Estava linda; a mulher mais linda do
mundo. Seu vestido era um tomara-que-caia com desenhos feitos por pedrinhas que
brilhavam conforme refletiam a luz, os desenhos começavam no busto, que
valorizavam seus seios, desciam pela barriga e depois pela saia e calça, que
arrastava pelo chão por poucos metros. O véu, em perfeita harmonia com o
penteado, ornava belissimamente seu traje. Estava tudo perfeito. A imagem no
espelho que a refletia a si mesma confirmava isso.
No
sonho, ela saía pela porta de seu quarto, onde se arrumara, e descia uma escada
de assoalho cor de verniz. No fim da escada, seu pai, um homem de cinquenta
anos com cabelos ralos, a pele com algumas manchas e rugas surgindo e olhos
marejados, aguardava-a com um sorriso no rosto. Era ele que a levaria ao altar.
A
igreja desenha no melhor estilo gótico europeu surgiu na janela lateral do
carro. As portas de madeira estavam abertas, e o tapete vermelho se estendia da
calçada do to do altar, onde seu noivo, Andrew, esperava ansiosamente pela
amada.
Assim
que cruzou o portal, a marcha nupcial iniciou e todos se levantaram em referência
a ela. Estava mais feliz do que nunca. Seus olhos cruzaram com os dele, que
estava se segurando para não chorar de alegria. Ele estava lindo, ou melhor, era lindo. O smoking cinza prateado
caíra-lhe perfeitamente; a gravata, a camisa, a calça e os sapatos pretos
ornavam sem erro. Lindo, como nunca estivera antes. Sentiu que iria chorar, mas
segurou as lágrimas, pois não podia estragar a maquiagem.
Enquanto
caminhava em direção ao altar, notou que diversas mulheres - amigas e parentes
- choravam quase que descontroladamente. Todas estavam muito felizes. Chegando
ao altar, seu pai entregou sua mão a Andrew, que mal pôde conter seu sorriso.
O
pastor começou a falar sobre amor, futuro e como tudo seria diferente dali pra
sempre. A garota lutava para não olhar para o noivo; tinha que manter os olhos
fixos no preletor. Até que finalmente foi autorizada a entrada das alianças. A
menininha com a almofada andou mais rápido do que deveria, mas fora isso, tudo
estava dentro do ensaiado. Andrew pegou a aliança menor e olhou-a nos olhos.
Recitou seus votos; ela quis chorar de emoção, mas não podia borrar a
maquiagem!
Então
foi a vez dela.
Eles
trocaram um beijo apaixonado, que foi interrompido por um pigarro do pastor.
O
balançar do barco despertou-a. Eles haviam conseguido um barco para a
lua-de-mel. Estavam indo para uma ilha particular no caribe, onde apenas eles,
e alguns empregados estariam. A ilha pertencia ao chefe de Andrew, um
bilionário sócio de umas das maiores multinacionais do mundo, que a emprestou por
duas semanas para eles; este era seu presente de casamento.
Avistaram
a ilha no horizonte. Estavam tão felizes! Nada poderia acabar com a alegria do
casal. Exceto a tempestade repentina. Os ventos estavam muito fortes, várias
vezes jogando-os para fora da rota; água entrava no barco, como que tentando
engoli-lo. Um tranco jogou-os conta os controles. Bateram em corais. Uma onda
levantou-os, desprendendo-os dos corais. Água estava entrando pelo buraco
formado.
Uma
onda mais forte virou o barco.
Ela
fechou os olhos quando o mar estava em volta dela. Prendeu a respiração até que
a própria maré levou-a de volta a superfície. Procurou por Andrew; ele flutuava
inconsciente a alguns metros dela. Tentou nadar até ele com todas as suas
forças, em vão. Gritou por ele, mas ele não respondeu. Outra onda a atingiu,
girando-a brutalmente para todos os lados.
Então,
tudo ficou escuro.
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