Jenny voava no pégaso Bluesky enquanto Cristiano andava em direção ao castelo seguido por Fred; Jessy andava em volta da maquete do castelo fazendo ajustes em sua defesa.
Jenny chegou ao castelo primeiro. Passado dez minutos, chegou Cristiano e Fred. Agora estavam os quatro reunidos no castelo.
- Já fizemos o que nos pediu! - Disse Cristiano furioso, ele queria sair daquele castelo angelical o mais rápido possível. - Agora a recompensa e a nossa liberdade!
- Sim claro, como quiseres. - Respondeu secamente. - Mas primeiro, o meu anel.
- Aqui está! - Jenny atirou o anel para o seu colo. - Agora, nossa recompensa!
- Pronto está bem! Por terem matado o monstro e me trazerem o anel, dou-vos duas recompensas e a liberdade. Palavra de anjo.
- Ótimo! Resolva a profecia!
- Isso é uma coisa que não posso fazer.
- Então, precisamos de uma carruagem com pégasos para sairmos daqui e... - Virou-se para os companheiros. - O que peço?
- Fácil. - Murmurou Fred. - Como derrotar o anti-Hecate!
- Ok. - Voltou-se para o anjo. - E como derrotar o anti-Hecate!
- Anti-Hecate? Ele voltou? Bem, quem derrotou foi Hecate, Dionísio e Hércules, juntos.
- Então temos de lhes perguntar? - Disse Jenny. - Quem é Dionísio?
- Dionísio é o deus do vinho e das festas. - Disse Jessy, ela andara a estudar tudo sobre os deuses e histórias e mitos gregos.
- Sim, vão ter de lhes perguntar. - Respondeu Triston.
- Onde estão eles?
- Hércules, protege as portas de Hércules...
- No estreito de Gibraltar. - Conclui Jessy.
- Sim, a tua mãe, deves encontrar no mundo inferior e Dionísio, ou cara do vinho como costumo chamar, deve estar no Olimpo.
- Boa! Vamos ao Olimpo! - Disse Fred.
Triston dera-lhes uma carruagem com quatro lugares e dois pégasos a puxarem-na, um deles era Bluesky e o outro tinha crina e cauda castanha, pelo branco e olhos cinza azulado.
- Este é o Stonger. - Falou Triston apontando para o pégaso com crina castanha. Ele também lhes dera mantimentos e a verdadeira recompensa. Uma pedra preta e branca. - Quando a comeres, ganharás asas, mas lembra-te uma vez comida o feitiço não volta atrás, mesmo sendo a filha de Hecate.
- Sim, e obrigada por tudo. Quer dizer, não agradeço por nos ter preso nas masmorras ou por nos ter mandado lutar com monstros, mas pelo resto. - Sorriu Jenny.
Triston contribui.
- Tem de partir para o Olimpo, Bluesky e Stonger leva vos até as portas do Olimpo. Mas depois estarão por vossa conta. Cuidado com Ares, ele adora lutas. - O anjo sorriu com o seu sorriso de criança e acenou. - Boa viagem!
- Obrigada e um bom reinado para sua majestade. - Gritou Jenny que neste momento estava a partir.
Já longe do castelo, Jennifer perguntou:
- Onde fica o Olimpo?
- Em cima do Empire State Building. - Respondeu Jessy por sua vez, era filha da deusa da sabedoria e sabia coisas incríveis. - Eu estive a pesquisar...
- Pesquisar onde? - Disse Fred curioso.
- Triston tinha um computador, eu disse que tinha de pesquisar umas coisas sobre defesas do castelo, mas na verdade estive a procurar por anti-Hecate, seu nome é Clítio. É um gigante cobertos de trevas com patas e cauda de lagarto.
- O mesmo que vi no meu sonho! Ele tem o meu pai e vai destruir o acampamento!
- Só se não chegaremos a tempo.
- E quanto tempo nós temos?
- Não sei. - Jessy baixou a cabeça.
- Calma, vamos arranjar uma solução. - Disse Cristiano, a sua voz suava como o sol, quente e reconfortante. - Vamos conseguir.
Cristiano abraçou Jenny, esta se sentiu tão bem que queria ficar assim para sempre. Ela levantou a cabeça:
- Obrigada Cris. Posso te chamar Cris?
- Sim, está à vontade. Mas obrigada por quê?
- Por estar do meu lado. - Ela encostou a sua cabeça no seu ombro.
- Não tens de que. - Ele desenhou um sorriso no rosto.
Não falaram durante muito tempo, mas pensando em muita coisa. Jenny queria ficar assim para sempre; deitada no ombro de Cris. Cris pensava em como Jenny era linda com os seus olhos roxos a brilharem ao sol e o cabelo longo cor de carvão solto ao vento. Jessy pensava, aqueles pombinhos vão dar história! E Fred pensava: mas que delícia de néctar!
Jenny adormeceu no ombro de Cris. Ficaram assim durante pelo menos duas horas. A carruagem parou. Cris teve pena de acordar a rapariga no seu ombro, mas abanou o seu braço e ela acordou.
- Já chegamos?
- Sim. - Respondeu Fred. - Agora é só subir o elevador.
Eles estavam no topo do prédio. Jenny até teve medo de olhar para baixo. O rapaz-bode abriu uma porta que dava para o elevador, eles desceram em fila indiana, Fred a frente seguido por Jessy, Jenny e Cris para finalizar a fila. Chegaram ao elevador, entraram e Fred apertou num botão dourado em cima de todos os outros e disse:
- Segurem-se!
- A que? - Perguntou Jessy.
O elevador começou a subir tão rápido que eles ficaram colados ao chão do elevador.
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